Notcia

"Quando ficamos sem chão", por Bispa Sonia

Por renascer.org.br - 13/03/2018

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Hoje, no segundo capítulo da série “superação”, eu quero continuar contando a história da mulher sunamita, aquela que, junto com o marido, abriu as portas de sua casa para hospedar o profeta Eliseu.
 
No primeiro texto, eu falei sobre a cura da esterilidade que aquele casal viveu, fruto de uma palavra profética. Depois de um ano, conforme Eliseu havia determinado, a mulher sunamita deu à luz. Os anos passaram, e aquela criança cresceu cheia de saúde. Ela trouxe muitas alegrias para aquela família e trabalhava ao lado do pai. Mas, certo dia, ela morreu subitamente, conforme descreve o texto abaixo:
 
2 Reis 4. 18 a 37: “Tendo crescido o menino, saiu, certo dia, a ter com seu pai, que estava com os segadores. Disse a seu pai: Ai! A minha cabeça! Então, o pai disse ao seu moço: Leva-o a sua mãe. Ele o tomou e o levou a sua mãe, sobre cujos joelhos ficou sentado até ao meio-dia, e morreu. Subiu ela e o deitou sobre a cama do homem de Deus; fechou a porta e saiu. Chamou a seu marido e lhe disse: Manda-me um dos moços e uma das jumentas, para que eu corra ao homem de Deus e volte.
 
Perguntou ele: Por que vais a ele hoje? Não é dia de Festa da Lua Nova nem sábado. Ela disse: Não faz mal. Então, fez ela albardar a jumenta e disse ao moço: Guia e anda, não te detenhas no caminhar, senão quando eu to disser. Partiu ela, pois, e foi ter com o homem de Deus, ao monte Carmelo. Vendo-a de longe o homem de Deus, disse a Geazi, seu moço: Eis aí a sunamita; corre ao seu encontro e dize-lhe: Vai tudo bem contigo, com teu marido, com o menino? Ela respondeu: Tudo bem.
 
Chegando ela, pois, ao homem de Deus, ao monte, abraçou-lhe os pés. Então, se chegou Geazi para arrancá-la; mas o homem de Deus lhe disse: Deixa-a, porque a sua alma está em amargura, e o Senhor mo encobriu e não mo manifestou. Disse ela: Pedi eu a meu senhor algum filho? Não disse eu: Não me enganes? Disse o profeta a Geazi: Cinge os lombos, toma o meu bordão contigo e vai. Se encontrares alguém, não o saúdes, e, se alguém te saudar, não lhe respondas; põe o meu bordão sobre o rosto do menino. Porém disse a mãe do menino: Tão certo como vive o Senhor e vive a tua alma, não te deixarei. Então, ele se levantou e a seguiu.
 
Geazi passou adiante deles e pôs o bordão sobre o rosto do menino; porém não houve nele voz nem sinal de vida; então, voltou a encontrar-se com Eliseu, e lhe deu aviso, e disse: O menino não despertou. Tendo o profeta chegado à casa, eis que o menino estava morto sobre a cama. Então, entrou, fechou a porta sobre eles ambos e orou ao SENHOR. Subiu à cama, deitou-se sobre o menino e, pondo a sua boca sobre a boca dele, os seus olhos sobre os olhos dele e as suas mãos sobre as mãos dele, se estendeu sobre ele; e a carne do menino aqueceu.
 
Então, se levantou, e andou no quarto uma vez de lá para cá, e tornou a subir, e se estendeu sobre o menino; este espirrou sete vezes e abriu os olhos. Então, chamou a Geazi e disse: Chama a sunamita. Ele a chamou, e, apresentando-se ela ao profeta, este lhe disse: Toma o teu filho. Ela entrou, lançou-se aos pés dele e prostrou-se em terra; tomou o seu filho e saiu.”
 
Como eu mencionei anteriormente, a superação da mulher sunamita começou no dia em que ela entregou a oferta que Deus precisava. Hoje, eu vou falar sobre outro móvel que ela colocou no quarto do profeta: a cama!
 
Naquela cama onde o profeta repousava e renovava suas forças, ela colocou seu filho morto. Aquela mulher chegou a questionar: “Por que Deus me deu um filho? Para eu me alegrar durante alguns anos e, depois, perdê-lo? Era melhor nem ter dado à luz!”.
 
Sabe, quem nunca teve um filho pode até se sentir mal, pois nunca teve a alegria de tê-lo em seus braços, mas nada se compara à dor de quem já teve e acabou perdendo.
 
Hoje, eu quero te perguntar: Aonde você tem colocado essa área que está morta? Você tem alguma oferta que tem clamado por ela no altar? Sabe, o fato de você não saber o que fazer não quer dizer que você não tenha para onde ir. O fato de você não estar enxergando solução não significa que você não tenha um rumo a seguir!
 
Quando a gente tem para onde ir, quando a gente tem um profeta a quem a gente possa recorrer, quando a gente pertence à igreja, por mais que estejamos passando pelo vale da sombra da morte, no final, o nosso destino será a ressurreição. Porque a autoridade entra no quarto da morte com uma palavra de vida, derrama-se e só sai de lá quando houver transformação. Foi desta forma que aquela mulher superou aquela notícia devastadora. Foi desta forma que aquela mulher superou a morte.
 
Se você tem se deparado com um cenário de morte no seu casamento, no seu trabalho, na sua saúde, nos seus sentimentos, venha renascer em Cristo! Venha receber uma palavra profética que vai transformar este vale de ossos secos em um grande exército.
 
Quando você tem um memorial diante de Deus, uma autoridade espiritual sobre sua vida, Deus te dá graça e poder de superação! Poder para superar situações que estão vivas para todo mundo, menos para você.  Lembre-se de que, nesta batalha, você não está sozinho!
 
Depois de morto, Jesus deixou apenas uma mensagem: “Estejam reunidos!”. A igreja foi estabelecida pelo Senhor, e, contra ela, as portas do inferno não prevalecem!
 
Venha receber restituição, reversão, aprender a caminhar, e receber o sentimento que te coloca como um supridor para o milagre de ressurreição que você viverá lá na frente.
 
Aquela mulher nunca poderia imaginar que a cama que ela entregou para o profeta seria o lugar da ressurreição do seu filho.
 
Pense nisso!
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